Entre Vozes, Documentos e Metadados: A Arbitragem em Transformação, Seu Poder Instrutório e os Desafios das Provas Digitais

Entre Vozes, Documentos e Metadados: A Arbitragem em Transformação, Seu Poder Instrutório e os Desafios das Provas Digitais

Por Silvana de Oliveira ( https://www.linkedin.com/in/silvanadeoliveiraoficial ) – Perita Judicial, Grafotécnica, Especialista em Provas Digitais e Investigação Forense

A arbitragem brasileira se consolidou como um mecanismo célere e técnico para solução de controvérsias. Nesse cenário, o Art. 22 da Lei nº 9.307/1996 ocupa posição central ao conferir ao árbitro — ou ao tribunal arbitral — amplo poder instrutório para colher provas, determinar diligências e formar seu convencimento com autonomia. A lógica é simples: quanto mais flexível for a busca da verdade, maior a efetividade da decisão arbitral.

A prova digital deixou de ser “complementar” e se tornou elemento central em litígios, com o crescimento exponencial das evidências digitais, esses dispositivos se tornam ainda mais relevantes na a arbitragem moderna e exige árbitros capazes de compreender, avaliar e determinar a produção de provas tecnológicas com rigor e segurança.

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