Concurso Nacional Unificado: edital prevê inscrição de R$ 90 e seis horas de

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A quem possa interessar…

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Ótima informação, vou divulgar também para meus alunos e interessados.

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Dr., como funciona isso?
Literalmente um concurso “federal” sem cargos específicos?
Pesquisei, mas não entendi.

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Dr. @haydenadvocacia veja neste link:

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@haydenadvocacia só agora pude entrar aqui pra te responder. Creio que o link abaixo divulgado pelo colega @reis possa responder as suas dúvidas. Vale a leitura! :+1:t4:

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Tem o ponto positivo que facilita as pessoas hipossuficientes a participarem de muitos concursos de uma vez.

Contudo, acho que pode ocorrer de os funcionários públicos aprovados não sejam os mais qualificados ou vocacionados.

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De fato, o candidato terá a possibilidade de ser aprovado e apto a tomar posse em mais de um cargo, dentre as vagas escolhidas em determinado bloco temático; mas não se trata de vários concursos públicos. O formato é inovador e diferente de tudo que apareceu até agora. A tendência é que isso seja replicado por outros entes federativos.

Lembremos que tempos atrás, as provas da OAB também não eram unificadas. Cada Seccional era responsável por fazer seu próprio exame.

Quanto aos valores das inscrições, realmente, estão mais razoáveis e acessíveis, contando ainda com a benesse de isenção a quem cursou o ensino superior pelo FIES.

Em relação à possibilidade de “cair” a qualidade dos interessados em ingressarem na carreira pública federal, não vejo como o novo formato poderá tornar o nível dos quadros de novos servidores como menos qualificados. Isso é subjetivo, pois via de regra, para começo de conversa, colocar o “x” no lugar certo aprova mas não torna o servidor um excelente profissional. O mesmo vale para muitos advogados que quando olhamos o nível de escrita das peças, nos pegamos a imaginar como o cidadão (ou cidadã) passou no exame?! Ainda mais considerando haver a segunda fase (escrita)…
Li alguns editais e as matérias cobradas e digo que pode até haver (literalmente) milhões de inscritos, mas daí a fazer uma boa prova e ser aprovado, é outra história.

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Ficou claro sim Dr. @marlondamasceno e agradeço ao Dr. @reis pelo link! :handshake:t3:

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Dr., concordo com seu pensamento…
E comento sobre essas peças que nos deparamos por aí que é de se indagar se a segunda fase da OAB tem um critério subjetivo, o de levar em consideração o que o autor quis dizer e não o que ele escreveu de fato! …Porque não é possível, oh! :thinking:

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Será que colocando a CESPE resolve?! haha

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Eu creio @haydenadvocacia que para além da organizadora responsável (salvo engano, o CESPE ´hoje CEBRAESPE’ - já foi a banca examinadora da OAB) o problema está no formato, em si…engessado, ultrapassado. É baseado em decoreba e ter treinado muito em redação de peça. A meu ver, a coisa vai mais além. É cobrar do candidato não apenas o “x” no lugar certo, mas entender porque o “x” está no lugar certo. É saber mais que fazer uma minuta de peça básica para casos do “Caio, Mévio e Tício”, mas estar apto a elucidar um caso concreto, não baseado numa mera redação, mas apontando uma solução desde a consulta até à propositura de uma ação (ou não) judicial ou extrajudicial. Por fim, acrescento que cobrar um pouco de gramática não faria mal a ninguém.

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