Pode Roubar um Braço? O Caso Que Desafia o Bom Senso e o Direito
Por Silvana de Oliveira ( https://www.linkedin.com/in/silvanadeoliveiraoficial ) – Perita Judicial, Grafotécnica, Especialista em Provas Digitais e Investigação Forense
“A Quem Pertence o Corpo?”: Propriedade Corporal e os Dilemas Éticos à Luz do Direito.
O Caso do Braço Arrancado: Propriedade Corporal, Restituição e os Limites do Direito
Imagine a seguinte cena: um homem sofre um acidente de trânsito enquanto atravessa a faixa de pedestres. Com o impacto, um dos seus braços é decepado e cai na via. Imediatamente, um transeunte recolhe o membro e foge com ele. O homem, ao se recuperar parcialmente, propõe uma ação judicial pedindo a restituição do próprio braço. Seria isso juridicamente possível? A quem pertence uma parte do corpo humano separada do todo?